Nós, aqui na Terra (no planeta 1, no planeta da inexperiência), podemos ter evidentemente apenas uma ideia muito vaga do que aconteceria com o homem nos outros planetas. Teria mais sabedoria? A maturidade estaria a seu alcance? Poderia atingi-la por meio de repetição?
É só na perspectiva dessa utopia que as noções de pessimismo e otimismo fazem sentido: o otimista é aquele que acredita que a história humana será menos sangrenta no planeta de número 5. O pessimista é aquele que não acredita em nada disso.
Milan Kundera
5 comentários:
Caracas, elevou o nível agora...
(Ahahaha...não tinha visto que o texto não era seu.Já ia falar em chá de cogumelos e tal, eheh).
Isso que o Milan fala é mais ou menos o que diz o espiritismo, com a diferença de que no espiritismo a maioria das pessoas não lembra das experiências anteriores.
Então me pergunto: qual o valor de uma experiência da qual a gente não se lembra? Se não lembra, podemos cair no mesmo erro mil e mil vezes.
Gosto bastante de algumas coisas da doutrina espírita, mas nesse ponto é que acho que não encaixa.
Essa idéia do Kundera é bem mais interessante.Seria muito bom ter várias chances...
Acho que a gente só tem uma chance de acerto, aqui e agora.:)
to me achando um grande pessimista, agora.
comecei a ler o texto e pensei que no planeta 5 os sacanas seriam muito mais sacanas. e os fdp tb seriam muito mais fdp. por isso, seria uma grande merda.
mas vai saber né?
a vida não é videogame
Retorne! Retorne! Beijo.
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