segunda-feira, 7 de fevereiro de 2011

Manhãs de folga

Eu poderia estar correndo, eu poderia estar lendo um livro, eu poderia estara andando de bike...mas ainda não sei ou não aprendi o que fazer com minhas manhãs livres.

Tenho todo tempo do mundo para fazer o que bem entender até as 13h, quando começam os preparativos para pegar a estrada e me apresentar no sirviço, mas nunca tive a coragem ou a disposição para transformar minhas manhãs em um período produtivo do dia.

Tem dia que eu acordo e penso: vou dar uma olhada na internet em cursos de especialização para fazer só na parte da manhã. Daí vejo um milhão de opções e preços e meio que me desanimo.

De repente começo a pensar em estudar por conta própria. Tomar vergonha na cara e dar fim aa pilha de livros que eu compro e acumulo no armário aqui com a promessa de um dia lê-los antes de fazer uma nova pilha. Tem livro de 2007 aqui, que eu fiquei jogando para o fim da fila, mas prometera a mim mesmo que leria.

Acontece que boa parte da manhã eu já passo lendo os jornais. Se eu não ler os jornais, mesmo que seja aquela leitura transversal, é como se nào tivesse tomado café da manhã ou estivesse andando na rua sem cueca. Tudo a ver, como se vê.

É um hábito. Coisa de família até. Difícil de mudar. Pior ainda é quando uma pessoa puxa assunto comigo sobre um história que estava no jornal e eu não li por ter pulado a etapa de ler jornais no dia. Aí é imperdoável para mim.

Bom, mas a leitura dos jornais dura uma hora, no máximo dois tempos de quarenta e cinco minutos-às vezes com prorrogação e penaltys. Como não tenho problemas para acordar cedo, tipo 8h ou 9h em weekdays, então eu leria até as 10h, no máximo 10h30 daí sobraria o quê...mais uma hora e meia livre.

Levando em consideração que para qualquer lugar que eu vá de carro em uma distância superior a 6km eu precise de 1h30 para ir e voltar, então teria de fazer algo pela redondeza do solar dos britos. A única coisa que poderia fazer por aqui in a walking distance seria malhar.

Bom, ocupar a manhã malhando não é nada mal. O problema é a falta de força de vontade, eufismo para preguiça congênita. Seria difícil não me sabotar, ler o jornal e falar: ah eu vou ler até as 11h, amanhã eu malho, não tem problema. Daí no dia seguinte, arrumaria nova desculpa e ficaria sempre adiando até compreender que malhar não foi uma boa opção para a manhã.

Estou cogitando comprar uma bicicleta para andar na ciclovia que passa ao largo da Marginal Pinheiros. Dá para ver da minha janela, vejo até crianças andando por lá e tal, uma cena inspiradora e, veja você, bucólica até...Mas teria que ir de carro até o outro lado da Marginal e estacionar, porque ir de bike até a ciclovia é uma das coisas que fazem parte do hall das atividades impossível. Isso faz com que a compra de uma bicicleta a faça se transformar em um cabide para meu quarto ou uma peça enferrujada de museu na area de serviço.

Eu poderia estar malhando, pedalando, estudando, mas tô aqui escrevendo no blog...e sem perspectiva de mudar.

2 comentários:

Freire disse...

Malhar é bom. Comecei há dois meses e minha barriga já diminuiu.

Felipe disse...

Começa a ver seriados, jogar videogame ou estabelece metas com leitura.

Malhar é uma das coisas mais chatas do mundo. Te conhecendo, eu nem tentaria fazer isso.

Já que está emc asa, cozinhar tambem é divertido, principalmente se voce ta fazendo uma receita bacana aí da nutricionista.

Ah, organizar as musicas do itunes, com diretorios e capinhas certinhos, tambem é uma boa.

Saudações!!!