Não dá para esconder. Alegria de blogueiro é ver seus textos comentados.
Post sim, post não, eu escrevo sobre os comentários complementares aos meus textículos.
Sem querer dar uma de jogador de futebol, mas é 'gratificante' aprovar comentários sobre minha opinião. E eu não tô falando aqui apenas dos elogios. Qualquer comentário eu aprovo. 'Só não vale meter dedo no olho e nem granada de mão'.
Mas o que tem me deixado realmente feliz com este blog é a capacidade de escrever sobre mim mesmo como se fosse outra pessoa. Sim, porque jornalista tem dificuldade de escrever textos na primeira pessoa.
Eu ainda tenho, mas cada vez que atualizou o meu profile, aí ao lado, colado na minha foto 'com cabelo grande' (como disse uma colega de trabalho), descubro que escrever sobre mim mesmo nada mais é que um belo e excitante exercício de auto-crítica.
Quando inaugurei este blog, em setembro de 2007, meu profile era sério:
"Formado em jornalismo na UEPB, trabalha no Correio Braziliense desde 2004, bla bla bla"
Depois, baseado no blog de uma jornalista chamada renata, que trabalhou com ana paula e tem um blog na página de uma revista semanal, resolvi escrachar. A primeira tentativa foi:
"Reprovou a quinta série e o primeiro ano do segundo grau. Passou no vestibular para geografia e publicidade, mas acabou no jornalismo, o que sempre quis, e bla bla bla".
Depois, alertado para um amigo metido a ser politicamente correto e pelo meu primo, tirei detalhes comprometedores e deixei o profile mais pessoal ainda:
"Nao arruma o quarto, queria ter um google dentro da própria casa para encontrar coisas perdidas na bagunça, bla bla bla".
Essa era minha pessoa segundo eu mesmo. Daí, fiquei com vontade de alterar minha própria definição, baseado em um comentário do meu amigo Pedro, e coloquei esta aí, sobre cidades. Assim que tiver mais idéias sobre mim mesmo, volto a atualizar o perfil. Aceito sugestões... (é um pedido de comentários!)
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6 comentários:
"Passa 40 dias do ano sem beber, apenas para tirar o atraso no 41º dia. Não tem limites quando o assunto são cervejas boas, rock and roll anos 2000 e uma boa conversa sobre trabalho. Quer "aumentar sem inventar"? Conte uma história para o Daniel. Ele é a prova viva da brincadeira do telefone sem fio. Mestre das comparações "separados no nascimento", é capaz de alegrar qualquer ambiente de trablaho, mesmo quando o tema demanda uma seriedade sem precedentes. Fã de comidas toscas e gordurosas, não parece dar muita bola para o fato de seu cabelo estar cada vez mais raro pelo simples fato de que ele compensa e muito seu aspecto rechonchudo com várias qualidades, como a inteligência, o bom humor, a sagacidade e o empréstimo de um PSP. Nas hroas vagas, dá umas mochiladas na Europa, lê livros que exaltam o espírito empreendedor e aventureiro e adora cobrir jogos de basquete.
Este é o Bilica!!!!
Felipe e Daniel estão namorando, é isso? Humm, bando de pederastas!
Estaria Mario Coelho com ciúmes?
White Martins, boa definição, apesar de algumas imperfeições...Mr. Rabitt, péssima definição.
"Cabelo grande" é sacanagem... mas você pode dizer que alimenta a pão de ló "a criança" que se esconde por baixo da sua camisa. E que quase sempre dorme quando fica bêbado. No mínimo, você não pára de bocejar. Sem mais para o momento...
Vou ser bem chata (lembrando que foi vc quem pediu comentários...):
Preferia a descrição do profile anterior, aquele lance do google na casa me matava de rir.
Pronto, falei.
Sempre tem que ter alguém pra falar que gostava do jeito como era antes logo depois que você faz uma mudança radical no visual, né...
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