terça-feira, 17 de junho de 2008

O imponderável

Agüentar a pressão, tô chegando a esta conclusão agora, nada mais é que encarar o imponderável e tomar controle da situação. Tenho dois tios politicamente incorretos que adoram dizer que às vezes as coisas dão tão erradas, mas tão erradas, que no final acaba dando certo.

Como diz meu amigo Da Silva, fora da 'zona de conforto' é muito mais difícil prever o que vai ser daqui para a frente. À medida que as coisas vão se desenrolando, aumenta a expectativa do que fazer, e é fácil ser tão imprevisível quanto o momento.

Ser imprevisível, no final das contas, nada mais é que fazer alguma coisa. Aceitar tudo, manter-se na tal 'zona de conforto' é ser óbvio.

Como eu tenho pensado no grau de imprevisibilidade das coisas. Uma jogada imprevisível no futebol, uma frase inesperada, uma atitude fora do comum, uma reportagem idem. Nada muito brusco. Apenas diferente. Fora do previsto.

Rola uma preguiça de fazer, eu confesso. Mas é curioso quando acontece.

Às vezes, as coisas dão tão erradas, mas tão erradas, que terminam certas. Este é o imponderável. O mesmo que faz três irmãos morarem sob o mesmo teto em São Paulo, depois de quase uma década!

2 comentários:

Felipe disse...

E sem combinar, ne?

E em BRasília, ninguem mais restou?

Afi!!!

Léo Alves disse...

Como você gosta de dizer: "os caminhos se cruzam". Afinal as vidas das pessoas não são retas paralelas que só se encontram no infinito. As vidas se encontram.