Eu, realmente, nunca parei para pensar que toda quinta ou sexta-feira postava algo por aqui. Obrigado pela informação, Elane, posso até adotar como regra...
Mas, só para contrariar, atualizo nesta quarta-feira, em mais um post sobre o aniversário de um ano deste espaço.
Diferentemente do que Ana Paula diz, o texto passado não era mais um pedido comentários. Segundo ela, a cada mês eu insinuo por comentários. Em mais uma comprovação de que minhas histórias inocentes são usadas contra mim...
Como eu disse, o blog é o ponto final das viagens que me ocorrem diariamente. Aliás, muito bem definidas pelo taverneiro Timbu, como um bêbado falando da vida...para outro bêbado. (Timbú???)
Eu, assim como a Dê, de Niterói, tenho a memória restrita e por isso deixo tudo registrado por aqui. Sim, porque para inserir algo novo na mente, preciso tirar alguma coisa que não presta, que está em desuso ou, apenas, não vai me servir de nada.
Aliás, falando em bebida, é durante estes momentos que surgem as melhores idéias de post. Bom, mas aí vem a suave e agradável ressaca no dia seguinte que me faz esquecer as brilhantes idéias que tivera na noite anterior.
Noel Rosa, o poeta da vila, bebia muito mais que qualquer um de nós aqui (juntos), compunha suas músicas durante as bebedeira. Às vezes, até, no improviso, mesmo. Como um repentista. Mas como ele era o Noel Rosa, gravaram tudo e deu no que deu...
Lembro-me de uma vez que estive em Goiânia a trabalho e a lamparina das idéias me acendeu para um post fantástico. Acabara de enviar todos os textos para a redação e, na manhã seguinte, voltaria para 'casa'. No restaurante, comecei a escrever em um guardanapo e a tomar chopp...Outro guardanapo, mais dois chopps, e assim foi.
Somente 18 horas depois, no avião, me lembrei que havia feito um post imenso nos guardanapos, que já não sabia mais onde estava. Até hoje não consigo me lembrar exatamente o que tanto escrevi.
Só me lembro que, sóbrio, jamais pensaria e publicaria aquilo tudo.
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8 comentários:
É por isso que eu bebo sem parar. Só assim consigo trabalhar.
Todo mundo tem que andar um caderninho para esses rompantes de inspiração divina que não voltam mais. Ontem tive vontade de escrever algo que vi (é meu post de hoje) mas estava sem papel. Mas a cena não iria sair da minha cabeça... Tive sorte..
Não à toa os artistas, os principais gênios da música e de outras artes, vivem às voltas com drogas. Qeur queiram, que~r não, elas abrem a mente da galera.
Uhm.. pensando por esse lado, faz sentido que grandes composições musicais acontecem em meio ao caos. A criatura não pode estar pura... E se não eh por drogas externas, deve ser por alguma produzida pelo próprio corpo - considerando que tudo o que se sente é reação química.
E, não exatamente como vc, pq não bebo, mas de forma semelhante, meus "melhores textos" surgem longe daqui, mas quando estou de alguma forma fora da realidade. Pena que quase nunca consigo lembrar o que tinha pensado...
eu tb sou assim e já passei pela mesma situaçao de escrever no guardanapo e depois n saber onde está. mas aí criei a técnica de escrever msgs no celular e salvar como rascunhos.
vc pode até esquecer que escreveu, mas um dia mexendo a toa no aparelho, vai descobrir que elas estão lá e ai o post vem.
Eu também já fiz isso também, Paulo. E funciona, viu? =)
Eu ando muito sóbrio e sem criatividade. Conheci seu blog pelo link no site do "Totalmente Sem-Noção". É meio o contrário do que eu sempre fiz, pois tento manter um blog mais "literário". Claro que sempre acaba sendo um pouco autobiográfico, mas paciência. Acho os textos legais e como andou fazendo um ano de postagens resolvi aparecer para dar os parabéns.
Abraço.
Marcos Cabral - Fpolis/SC
paulinho, tem texto que é melhor deixar perdido mesmo. Marcos, opbrigado pela visita... Volte sempre!
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