Eu, em um ano de existência deste blog, evitei começar meus textos com a palavra "Eu".
Ora, se o blog é estritamente pessoal, porque ser ainda mais óbvio e começar um texto com "Eu"?
É um exercício. Por isso que criei este espaço, no longínquo 1° de setembro de 2007.
Além de não começar com pronome, abusei dos apostos. Sim, aposto, que a gente aprendeu na sétima série. Como o que está na primeira frase deste post.
Aliás, dias desses a leitora mais assídua deste blog, minha mãe, fez sua primeira crítica a este espaço porque eu misturei os assuntos num post passado.
Expliquei que a idéia era criar uma espécie de hiperlink artesanal no texto, quase como um aposto gigantesco. Para ligar o primeiro parágrafo ao último, puxando um monte de histórias relacionadas a ele no meio do texto por intermédio de uma palavra.
Pelo jeito, não deu certo.
Como também não dá certo o texto que quero fazer sobre cidades. Até prometi aqui, em março, que comentaria sobre qual é o verdadeiro estilo de vida do brasileiro. Mas não consigo passar da segunda frase.
Na visão simplista de alguns em minha volta, o blog é uma extravagância, uma egotrip injustificável. Muitas vezes, os meus textos são usados contra mim mesmo para ironizar uma situação ou outra.
Histórias que, inocentemente, são relatadas aqui como forma de dar um destino às idéias. Não faço os textos para os outros, nem para meu editor ou para namorada. Faço para mim mesmo. Mas um comentariozinho, às vezes, não faz mal...
Um registro na caixinha de comentário é a forma mais confiável de confirmar as visitas.
Tá, tudo bem que o Google Analytics diz lá que eu tenho média de 30 acessos únicos diários, (a maioria de Brasília, Recife, São Paulo, Paraíba) mas os números são abstratos.
Eu quero ver quem são esses desocupados. Quero saber quem se preocupa em ler Muito De Nada.
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6 comentários:
Outro dia tive uma "crise" dessas. Não custa nada deixar um rastro vez ou outra né?! =)
Oi, :).
De Curitiba, achei teu link nos joselitos.
bjos
Saber quem lê (ou quqantos lêem) é fácil. Díficil mesmo é fazer os leitores superarem a timidez virtual e comentarem nos seus textos. O nosso tem em média 500 acessos únicos, mas os textos têm entre 15 e 30 comentários, dependendo da empolgação. Mas tá de bom tamanho. O negócio do blog é manter a paciência. 90% deles não duram mais de um ano. Se você se disciplina a manter uma atualização constante (e não fazer como faz o Mister Rabbit, que posta uma vez por mês), os leitores criam o hábito de vir sempre aqui. E um leitor puxa o outro. Que puxa o outro. Nosso blog que você conhece foi criado em junho de 2005. Tínhamos entre 1.000 e 1.500 acessos únicos POR MÊS durante os primeiros seis meses. Um ano depois esse número foi crecendo, 4, 5 mil... até que, com um ano e meio pra dois anos, foi explodindo, explodindo até que chegamos ao ápice de 14 mil acessos unicos em um mês. Mas há um ano mantemos essa média. Não aumenta nem diminui. Mas acho que é assim mesmo. Chegamos na "curva de aprendizado" da economia. numa fase em que a simples manutenção dos leitores já é um desafio e tanto.
Boa sorte.
Abs do leitor mais assíduo depois da sra. Sua Mãe.
MENTIRAAAAA!!! a leitora mais assídua depois da sua mãe, SOU EU. Leio sempre o Muito de Nada e ainda faço a propaganda para outras pessoas.
Perdi mais a timidez de comentar em blogs, por aqui, pelo seu blog, achei ele mais íntimo, no do Felipe, comento pouco, mas depois dele me incentivar (tb por aqui) já aumentei o número de comentários.
E um bom Blog é aquele que sempre tem histórias novas pra comentar. O que mais acho massa no seu e no Blog do Felipe, é que meio que a gente já planeja o tempo que vc vai postar um texto novo. No dos Joselitos, por exemplo, quase todas as quartas tem post novo por lá. Já sei que na quinta ou na quarta mesmo, vou ter história pra contar no Trabalho.
abraços e Parabéns pelo Muito de Nada. E eu num sou desocupada não!!! kkkkkk
Eu entro quase que diariamente só para ter certeza que você ainda parece um bêbado falando sobre a vida :)
Não acusa Niterói?? Como assim?????????? Esse Google é mesmo um tratante. Aff..
Mas então, minha memória nem é grandes coisas. Até brinco, dizendo que eu sou um computador paraguaio: não tenho memória, tenho uma vaga lembrança. Aquilo foi um pequeno desafio, lançado por uma amiga. Foi isso.
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