quinta-feira, 6 de novembro de 2008

Inverdades incovenientes

Quer falar mal de Brasília?

Pode falar que uma porrada de bandido lá, que a funcionário público não trabalha e outros clichês sobre a cidade que a gente vê na tevê. Agora, se falar da cidade real, mesmo, aí tem briga.

P*rra, quem foi que disse que Brasília não tem calçada?
Pelo menos umas seis pessoas que conheci em SP vieram me falar que Brasília NÃO tem calçada.

Como pode?

Talvez seja porque a galera vê as imagens do Eixão ou do Eixo Monumental, que são lugares apenas para carros, e não veja ninguém caminhando por ali. Mas todas as quadras são cercadas de calçada. T-O-D-A-S. Bom, eu me refiro ao Plano Piloto, né?

Aliás, foi numa dessas calçadas que eu treinei para competir contra Marílson Gomes dos Santos, na Marotinha de 1993 ou 1994. Ele venceu (e parece que chegou em primeiro também numas duas corridas que fez lá em Nova York). E eu fui o penúltimo. A história está neste link.

Existem até umas pessoas em Brasília que chamam uma simples calçada de passarela ou de 'pista nova'(!!!???).

Aí vem uns malucos me perguntar por que NÃO tem calçada em Brasília?

Outra coisa, as pessoas reclamam do plano urbanístico de Lúcio Costa, que dividiu a cidade em setores. Daí, as pessoas se hospedam nos hotéis e conhecem a Rua das Farmácias. Voltam para suas cidades com aquela coisa na cabeça:

- Bom, se o cara quiser comprar remédio com urgência tem que atravessar a cidade e ir lá na Rua das Farmácias.

Até explicar que existe a rua dos restaurantes, das elétricas, das lojas de tinta, da informática, da igrejinha...E explicar que existem farmácias em todas as quadras da cidade, mas que rolou uma grande coincidência ali porque tem uns dois hospitais grandes ali do lado da 102/302 Sul...

A galera fica criando esses mitos. Igual ä história da Região NOrte, onde as pessoas marcam encontro depois da chuva. É uma mentira que a gente aprende no colégio com e toma como verdade absoluta. Chove todo dia lá para cima, mas não tem hora marcada.

Sabe outra inverdade incoviniente?
Que em São Paulo só tem preconceituoso e arrogante.
Masé uma maldade, não é verdade?

4 comentários:

Felipe disse...

Todos os não se agitam
Toda adolecencia acata
E a minha mente gira
E toda ilusão se acaba

Dentro de mim sai um monstro
Não é o bem, nem o mal
É apenas indiferença
É apenas ódio mortal

Não quero ver mais essa gente feia
Não quero ver mais os ignorantes
Eu quero ver gente da minha terra
Eu quero ver gente do meu sangue

Pobre São Paulo,
Pobre paulista, Oh, Oh
Pobre São Paulo,
Pobre paulista, Oh, Oh (Repete desde início)

Eu sei que vivo em louca utopia
Mas tudo vai cair na realidade
Pois sinto que as coisas vão surgindo
É só um tempo pra se rebelar

Pobre São Paulo,
Pobre paulista, Oh, Oh
Pobre São Paulo,
Pobre paulista, Oh, Oh (Repete desde início)


Parou, pensou e chegou ... a essa conclusão

Pobre São Paulo,
Pobre paulista, Oh, Oh
Pobre São Paulo, pobre paulista...
Pobre São Paulo, pobre paulista...
Pobre São Paulo, pobre paulista...
Pobre São Paulo, pobre paulista...

Léo Alves disse...

"Quando a lenda supera a realidade publica-se a lenda". Isso vale muito para essas histórias de BSB.

Anônimo disse...

Com todo respeito, aqui no Sudoeste, tirando a comercial, é raro achar calçada.

Paulinho Mesquita disse...

brasília é o que há, véi!