quarta-feira, 10 de outubro de 2007

Vergonha no self-service

Hora do almoço na 116 Norte:

- Duas colheres de arroz;
- uma concha e meia de feijão preto. Com pouco caldo, por favor...;
- Dois pedaços de macaxeira;
- farofa;
- coração de galinha;
- um pedaço de fraldinha;
- outro e mais outro de fraldinha;
- um pedaço de carne de sol;
- outro pedaço de carne de sol e um de maminha;
- mais um pedaço de maminha...
- "Obrigado."

Na hora de pesar, 843g. Só o prato deu R$18,80.

Quinze minutos mais tarde, levanto-me apressado da mesa, com mais da metade da comida no prato, pago a conta (R$ 21) e tento sair sem ser notado.

Não tem jeito. Quando vou ao self-service -- desde a primeira vez que me lembro de ter comido em um restaurante desse tipo, há vinte anos, no mínimo - deixo comida no prato.

2 comentários:

Unknown disse...

Também deixo Daniel, é como minha vó dizia: Cuidado para num ter o olho maior que a boca!!! - rsrsrs

abraços

Felipe disse...

Mas vc é um animal também, hein??? Quando eu era moleque e fazia isso (deixava comida no prato), minha mãe lia "O Menino Maluquinho" do Ziraldo, na parte em que ele tinha "o olho maior que a barriga".